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Contrato de Vesting

Vesting, esse termo traz consigo uma crescente possibilidade de desenvolvimento e proteção do futuro de uma startup. Postando-se como um acordo de valia na proteção dos interesses da empresa em longo prazo, esse mecanismo, se em boas mãos, pode ser a chave do crescimento de uma startup por via das suas medidas específicas.

Tais medidas estabelecem a entrada gradual de um sócio na sociedade, conforme o batimento das metas estabelecidas no contrato. Com tantas incertezas dentro do mundo empresarial, o uso de vesting torna-se cada vez mais necessário com seu funcionamento que se baseia na entrada gradual de um colaborador como sócio após um período determinado, o chamado cliff.

Normalmente sendo um período de um ano, o cliff serve de proteção das ações da empresa, em que o colaborador não possui direito as ações, e, após esse espaço de tempo, entra em vigor o vesting gradual, o momento em que o colaborador adquire suas ações ou quotas de direito pouco a pouco, sendo a quantia de “parcelas” definidas no contrato.

Numa startup, a remuneração de funcionários com participações na empresa é de grande valia para a retenção de talentos, de forma a tornar crucial o uso de vesting às novas empresas, que anseiam por indivíduos que possuam conhecimento à agregar, considerando também a necessidade de uma boa elaboração de contrato e acompanhamento da resolução efetiva para que a mesma ocorra sem contratempos.

Dessa forma, o uso do vesting, se bem orientado, traz ao empresário uma possibilidade de desenvolvimento da sua startup que pode assegurar e alavancar o potencial de desenvolvimento da empresa de forma segura e prática.

Escrito pela Equipe StartLaw.  

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