Por que assessoria jurídica desde o início é indispensável para o futuro da sua startup?

Iniciando a sua startup, certamente haverá necessidade de confeccionar um acordo societário entre os fundadores, o qual estipulará a participação de cada um conforme seu papel, bem como responsabilidades assumidas, além das tratativas atreladas a possíveis desligamentos. Há de se observar que existem questões relativas à propriedade intelectual, como, por exemplo, o registro da marca e a patente de tecnologia – o que não pode passar despercebido, afinal você irá expor o seu negócio ao mercado, e todo tipo de proteção do seu negócio é fundamental.

Com a evolução da sua organização surgirão alianças estratégicas com parceiros ou fornecedores e os termos de tais processos deverão respeitar a legislação vigente.

Da mesma forma ocorrerá na hipótese de investimentos de terceiros: será necessária uma assessoria para revisão dos acordos e contratos firmados com aqueles investidores!

O assessor jurídico é uma figura próxima ao empreendedor e a sinergia entre os seus papéis é evidente. O risco para o seu negócio pode ser gigantesco ao não buscar assessoria especializada.

Estudos indicam que os principais problemas enfrentados por startups são tributários, trabalhistas e de propriedade intelectual. Nesse mesmo parecer, apontam que 46% dos empreendedores sofreram gastos desnecessários por não considerar uma assessoria jurídica adequada.

O planejamento jurídico é fundamental na hora de empreender, em se tratando de empresas desta estirpe, que essencialmente desbravam mercados e acabam atuando em campos sem regulamentação específica pela natureza da sua operação.

Atualmente existem advogados especializados em startups, cuja experiência transcende questões societárias. O mercado tem observado que a assessoria jurídica tem sido custeada pelo investidor da empresa, ou adota-se o modelo work for equity, no qual o profissional recebe uma participação na companhia pelo serviço prestado.

 

Escrito por Nícolas Fabeni.

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